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domingo, 2 de setembro de 2012

Dupla brasileira fica com a prata no Mundial sub-21 de vôlei de praia

Fonte: CBV

A cearense Rebecca, de 19 anos, e a carioca Drussyla, de 16, conquistaram, neste DOMINGO (02), a medalha de prata na 11ª edição do Campeonato Mundial Sub-21 de Vôlei de Praia. A dupla chegou invicta à decisão nas areias de Halifax, no Canadá, mas foi superada pelas suíças Nina Betschart e Anouk Verge-Depré
por 2 sets a 0 (16/21 e17/21) na final.

A medalha de prata conquistada por Rebecca e Drussyla representa o melhor resultado de uma dupla feminina do Brasil na competição desde 2007, quando Lili e Bárbara Seixas conquistaram o sexto título mundial do país na categoria.

Esta foi a décima medalha feminina do país na competição. O Brasil acumula seis ouros, uma prata e três bronzes. No masculino, o país tem oito medalhas: três ouros, três pratas e dois bronzes. O Brasil é o recordista de medalhas na história do Campeonato Mundial Sub-21.

Na decisão em Halifax, a dupla brasileira,  comandada pela campeã olímpica Jackie Silva, não resistiu à maior experiência das rivais. Enquanto Betschart conquistou o bicampeonato mundial Sub-21, Vergé-Depré disputa regularmente o Circuito Mundial adulto desde 2011, tendo participado de 11 etapas da competição até o momento.

Campeãs da etapa do Uruguai do Circuito Sul-Americano em 2012, as brasileiras fizeram ótima campanha nas areias de Halifax, com seis vitórias e apenas uma derrota na competição. No total, foram 12 sets vencidos e apenas quatro perdidos. Rebecca e Drussyla permanecerão na categoria na próxima temporada.

Na disputa de terceiro lugar, as australianas Mariafe Artacho e Taliqua Clancy derrotaram as norte- americanas Summer Ross e Sara Hughes por 2 sets a 1 (23/25, 21/14 e 16/14) e garantiram a medalha de bronze na competição.

Brasil conquista títulos inéditos individual e por equipes no Tour do Rio

Fonte: Tour do Rio

Kleber Ramos (Real Cycling Team) manteve a tática que o fez dono da camisa amarela no trecho Rio das Ostras-Rio de Janeiro, terminou a etapa em 7º e se sagrou o primeiro brasileiro a vencer o Tour do Rio. O sprintista se manteve quase todo o tempo atrás do pelotão, junto com os companheiros de equipe, ignorando as fugas.

Ditando o ritmo da prova, eles compactaram o pelotão já na Ponte Rio-Niterói e desceram, com Kleber à frente, no sprint final na Quinta da Boa Vista, para serem recebidos com festa por milhares de pessoas.

Roberto Pinheiro, da Funvic/Pindamonhangaba, foi o vencedor do trecho, seguido de Edgardo Simon (Real) e Ricardo Ortis (São Francisco), num pódio também inédito com três brasileiros. Foi a melhor participação brasileira na história da competição.

A cada pedalada rumo ao Rio de Janeiro, entre
centenas de corredores, o atleta sentia o título
mais próximo. Com a vantagem imposta pelo
retrospecto, ele contou com os gregários para
manter o ritmo do início ao fim. José Eriberto
Rodrigues e até mesmo o montanhista Alex Diniz, dono final da camisa de bolinhas vermelhas, voltaram da cabeça do pelotão para pegar bebidas no carro e abastecer o futuro campeão.

A equipe, aliás, se consagrou a grande vencedora da competição, levando também o título por equipes e a camisa verde, que ficou com Edgardo Simon.

BH perde pro Niterói e vai brigar pela permanência no Super 10 contra campeão da Copa do Brasil

O BH foi derrotado pelo Niterói por 31 a 11 na decisão do nono lugar do Super 10, o campeonato brasileiro de rugby. Agora a equipe mineira vai ter que enfrentar o vencedor da final da Copa do Brasil, disputada entre Alecrim e Indaiatuba, para definir sua permanência na elite do rugby nacional. A repescagem deve acontecer no dia 6 de outubro em Minas Gerais

sábado, 1 de setembro de 2012

SPAC, Desterro, São José e Pasteur avançam para as semis do Super 10 de rugby

A primeira equipe a garantir classificação na tarde de hoje foi o SPAC. O jogo se manteve equilibrado até a parte inicial do segundo tempo quando o jogo estava em 20 a 19. O time paulista, então, tomou conta da partida com tries seguidos e fechou em 47 a 19.

Num jogo de penais e sem nenhum try, o Pasteur eliminou o Bandeirante em um jogo bem disputado. O Pasteur ganhou por 15 a 9, dois penais convertidos de diferença.

No clássico da região sul, quem levou a melhor foi o Desterro. A equipe de Santa Catarina bateu o Curitiba Rugby por 19 a 11 e também avançou para a próxima fase.

Quem teve um pouco mais de facilidade para conseguir a classificação foi o São José. Comandado por Lucas Tanque, os paulistas dominaram o jogo desde o início e fizeram 36 a 5 no Rio Branco.

As semifinais ficaram definidas assim: o SPAC enfrenta o Desterro no dia 22 e o São José pega o Pasteur no dia 23 de setembro.

Niterói e BH se enfrentam amanhã para decidir quem fica com o nono lugar do torneio. O time que perder vai enfrentar o campeão da Copa do Brasil - espécie de segunda divisão do rugby brasileiro masculino - em uma partida de repescagem para decidir qual clube vai disputar o Super 10 em 2013.

Juliana e Larissa ficam em quinto na penúltima etapa e adiam a conquista do Circuito Mundial

Fonte: CBV

O Brasil ficou em quinto lugar na etapa finlandesa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia, a 11ª e penúltima da temporada 2012. Neste SÁBADO (01.09), as duplas Juliana/Larissa e Maria Clara/Lili não conseguiram avançar às semifinais do torneio disputado na ilha de Aland e ficaram fora da etapa decisiva da competição. A decisão acontece neste domingo (02).

Juliana e Larissa, que haviam perdido nas oitavas
de final, começaram o dia na repescagem com
vitória: 2 set a 0 (21/17 e 21/16) diante das alemãs Banck e Walkenhorst. Na rodada seguinte, que valia vaga na semifinal, as medalhistas olímpicas acabaram superadas pelas russas Ukolova e Khomyakova e foram derrotadas em dois sets: 18/21 e 19/21.

“A temporada foi muito longa, me sinto cansada
mentalmente e não consegui manter a concentração. Jogamos muitos torneios este ano e agora é hora de voltar ao Brasil”, diz Larissa.

Com a quinta colocação em Aland, a dupla brasileira não conseguiu garantir o título da temporada 2012 do Circuito Mundial por antecipação, mas aproximou-se um pouco mais da conquista. Com 5.320 pontos contra 5.240 das chinesas Chen Xue e Zhang Xi, as brasileiras
asseguram o heptacampeonato com a segunda
colocação da etapa da Tailândia, que fechará a
temporada, em outubro.

Caso as chinesas não conquistem o ouro em Bangsaen, Juliana e Larissa precisam apenas terminar o torneio até uma posição atrás das asiáticas.

domingo, 26 de agosto de 2012

Big Apple recebe último Grand Slam de 2012

A corrida pelo título do último Grand Slam da temporada começa amanhã. E entre os jogadores que disputam o US Open a partir desta segunda, eu destaco três jogadores que tiveram temporadas distintas, mas são favoritos a conquistar o torneio.
O primeiro deles é Roger Federer. O suíço vem fazendo uma ótima temporada em 2012. Federer recuperou a primeira posição do ranking da ATP e nesse ano voltou a mostar porque é considerado por muitos o melhor de todos os tempos. O backhand de Federer, que antes era um problema quando os adversários o encontravam, não causa mais dos de cabeça.
Djokovic não teve uma temporada tão iluminada quanto o RF, mas o título do US Open Series - conjunto de campeonatos que acontecem na América do Norte antes do Grand Slam - pode motivar ainda mais o sérvio. De acordo com o regulamento, se o campeão do US Open também tiver vencido o Series, leva uma premiação bônus. Caso Djoko vença o aberto dos Estados Unidos, o sérvio vai receber a maior premiação da história do tênis: 2,9 milhões de dólares. Precisa de mais motivação?
Já o terceiro dos candidatos ao título tinha um papel de coadjuvante na briga entre Federer, Djokovic e Nadal até pouco tempo. Andy Murray ficou mais agressivo e evoluiu seu jogo durante 2012.  O ápice do escocês foi na final olímpica quando varreu o Federer por 3 sets a 0 em menos de uma hora e meia de partida. Portanto, Murray tem, sim, condição de ser o primeiro britânico a vencer um Grand Slam em 76 anos.
Apesar de não ter o glamour de Roland Garros ou Wembley, o aberto dos Estados Unidos não vai ser menos emocionante. Até porque motivação pra vencer não falta.

Minas campeão do José Finkel

Fonte: CBDA

Uma competição eletrizante entre clubes foi decidida na última prova na piscina do Sesi Vila Leopoldina, o revezamento 4x100m medley masculino. O Minas Tênis sagrou-se campeão com 2333,5 pontos depois de uma semana de provas disputadas em cada centésimo com a equipe do Flamengo, segundo colocado, com 2314,5. Uma diferente de apenas 19 pontos.
Este é o segundo título seguido do clube de Belo
Horizonte e sexto desde a criação do campeonato, em 1972.

A competição teve 24 recordes de campeonato e seis recordes brasileiros e sul-americanos.
- É muito bom ganhar uma competição assim.
Apertada até o fim. Nós somos bicampeões, mas ano passado o “foguetório” já estava montado na véspera. É mais emocionante ganhar assim. Isso é bom pra natação brasileira. A nossa motivação foi a promessa da direção do clube de ida a churrascaria em caso de vitória – brincou Nicolas Oliveira, do Minas Tênis.

A disputa pelo terceiro lugar entre clubes, que
também estava muito dura, deu a vitória ao
Corinthians (1843) seguido pelo Pinheiros (1812), com só 31 pontos entre eles.  O quinto posto, outra luta árdua, ficou com o Fluminense (760) contra a Unisanta (731), também com uma
diferença pequena, 29 pontos. A entrega de
troféus vai até o quinto lugar.

O medley masculino levantou a arquibancada com o time do Pinheiros, vice-campeão (3m28s94) saindo na frente no estilo costas (Guilherme Guido) e peito (Felipe França) mantendo a posição até a caída na água de Nicholas Santos, no estilo borboleta que tirou uma grande diferença, mas foi Cesar Cielo quem arrancou para a vitória no confronto direto com Marcelo Chierighini. O Flamengo fez 3m27s34. O time do Minas Tênis ficou com o bronze (3m31s55).

O 4x100m medley feminino deu vitória e bonificação de recorde sul-americano para o Minas Tênis Clube. O time de Fabíola Molina,
Renata Sander, Inge Dekker e Frederike Heemskerk marcou 3m58s38 e superou a marca que a seleção brasileira fez no Mundial de Dubai (3m59s45). A prova deu 57 pontos de diferença para a equipe mineira e dificultou a vida do clube carioca que tinha apenas a última prova, a versão masculina do 4x100m medley, para tirar a diferença.

As mulheres fizeram toda a diferença para o Minas Tênis. Na pontuação feminina o clube somou 1577,50 pontos, contra 1079 do Flamengo. Na soma masculina, o Flamengo foi soberano com 1235,50 pontos, seguido pelo Pinheiros (1020,50) e Corinthians (979). O Minas foi o quarto lugar entre os homens (756).

Resultados da 6ª etapa

100m Costas Fem: 1)Fabíola Molina, Minas Tênis, 58s88 / 2) Kelly Stubbins, Flamengo, 59s67 / 3) Etiene Medeiros, Flamengo, 59s88

100m Costas Masc: 1)Guilherme Guido, Pinheiros, 50s57 / 2) Daniel Orzechowski, Pinheiros, 51s48 / 3) Leonardo de Deus, Flamengo, 52s43

1500m Livre Fem: 1)Poliana Okimoto, Corinthians, 16m36s54 /2) Ana Marcela Cunha, Unisanta, 16m40s22 /3) Bianca Avella, Corinthians, 16m48s11

50m Borboleta Fem: 1)Inge Dekker, Minas Tênis, 25”65 – Recorde de Campeonato / 2) Marieke Gueher, Flamengo, 25s72 / 3) Daynara de Paula, Flamengo, 26s00

50m Borboleta Masc: 1) Nicholas Santos,
Flamengo, 22s22 – Recorde de Campeonato / 2)
Cesar Cielo, Flamengo, 22s40 / 3)KaioMárcio,
Fluminense, 22s94

800m Livre Masc: 1)Luiz Rogerio Arapiraca,
Unisanta, 7m49s80 / 2) Lucas Kanieski, Minas
Tênis, 7m51s09 / 3) Marcos Oliveira, Minas
Tênis,7m51s57

Rev. 4x100m Medley Fem: 1) Minas Tênis
(Fabíola Molina, Renata Sander, Inge Dekker e
Frederike Heemskerk) 3m58s38 – Recorde de
Campeonato / 2) Flamengo (Etiene Medeiros,
Joanna Maranhão, Marieke Guehrer e Kelly
Stubbins) 4m04s26 / 3) Pinheiros ( Natalia Diniz,
Ana Carla Carvalho, Daniele Jesus e Larissa
Martins) 4m06s08

Rev. 4x100m Medley Masc: 1) Flamengo
(Leonardo de Deus, Henrique Barbosa, Nicholas
Santos e Cesar Cielo), 3m27s34 – Recorde de
Campeonato / 2) Pinheiros (Guilherme Guido,
Felipe França, Gabriel Mangabeira e Nicolas
Chierighini) , 3m28s94 / 3) Minas Tênis (Leonardo Fim, Felipe Lima, Marcos Macedo e Nicolas Oliveira), 3m31s55